RSS Generator by Rogério Alencar Lino Filho Sintraconst-ES http://www.sintraconst-es.com.br Sindicato da Construção Civil do Estado do Espírito Santo pt-br webmaster@sintraconst-es.com.br Sintraconst http://www.sintraconst-es.com.br/ http://www.sintraconst-es.com.br/style/imgs/logo.jpg Aprovada Pauta para Acordo Coletivo 22/03/2007 Agora é a hora companheiros! Os trabalhadores aprovaram assembléia para aprovação de pauta para o nosso Acordo Coletivo de Trabalho 2007/2008. Veja as principais reivindicações:

- Reajuste salarial.

- Horas-extras de 100% no sábado, 150% no domingo e 75% nos dias úteis (área industrial e edificação).

- Cesta básica de R$ 100,00 (reajuste em percentual para os trabalhadores que já possuem o cartão).

A nossa luta continua, companheiros, e quem luta conquista!

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A Campanha Salarial é... 22/03/2007 ...o processo de mobilização onde a Categoria mantém os direitos já conquistados e busca, na mesa de negociação, ampliar as conquistas. É fundamental a participação de todos. Com união e mobilização, vamos vencer mais esta batalha.

A campanha salarial do ano passado foi pesada, arrastada, e culminou com uma greve que envolveu cerca de 50 mil trabalhadores. Mais de 800 obras ficaram paralisadas. Este ano é estratégico, pois a construção civil está em franco crescimento – há obras por todo o Estado e a riqueza produzida pelos trabalhadores têm que chegar em suas mesas, ser traduzida em qualidade de vida para a Classe Operária.

Portanto é necessário que o trabalhador participe das assembléias e atenda às convocações do Sindicato.

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Companheiros da Samarco Mobilizados, Vitória dos trabalhadores! 22/03/2007 Os companheiros da Enesa, contratada da Samarco, se mobilizaram e conquistaram várias melhorias. Entre outros, a empresa se comprometeu em adequar os refeitórios e alojamento à NR 18, além de fornecer transporte.

Os trabalhadores também fizeram valer o Acordo Coletivo de Trabalho, folgaram no Carnaval e ainda conquistaram passagens para viagem. O movimento foi puxado pelos companheiros da Enesa e Paranasa e depois se expandiu para as demais empresas contratadas da Samarco.

PLR

Também foi firmada uma comissão para discutir a Participação nos Lucros e Resultados (PLR). As negociações começam no dia 1º de março.

ATENÇÃO

Qualquer comunicado que circular nas empresas em nome do Sintraconst deve ser imediatamente informado ao Sindicato. É só ligar para o telefone 2125-4888. Os trabalhadores informaram que receberam um comunicado em nome do Sintraconst dando conta de que não seria feriado na terça-feira de Carnaval – o que é uma mentira plantada por pessoas mal intencionadas.

Não se deixe enganar, companheiro. Qualquer dúvida, ligue 2125-4888.

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Inscrições para o Campeonato Operário até dia 05 de Junho. 22/03/2007 Já começaram os preparativos para a 17ª edição do Campeonato Operário da Construção, a maior competição de futebol amador do Espírito Santo. As inscrições serão abertas no dia 1º de março e encerradas dia 05 de junho.

Os representantes das empresas devem procurar o Sintraconst munidos de Carteira de Trabalho, 1 foto 3x4 e o último contra-cheque.

Arquivos para download:

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Sindopem e Sindiferragens são mesmo pelegos e não podem representar os trabalhadores 03/04/2007 O Sindopem e o Sin-diferragens, mais conhecidos como ‘Sindicatos Pelegos’, que insistiam em representar ILEGALMENTE os trabalhadores da construção civil pesada e montagem, estão proibidos pela Justiça de continuarem com a farsa. O Juiz do Trabalho, Maurício Côrtes Neves Leal, reconheceu a legitimidade da ação impetrada pelo Sintraconst.

A sentença contra o Sindiferragens foi deferida pela Juíza do Trabalho, Lucy de Fátima Cruz Lago, que tornou nulo o registro do sindicato perante o Ministério do Trabalho e Emprego para atuação na área de abrangência de outros sindicatos.

Há tempos os sindicatos pelegos vêm sendo denunciados na Justiça. Os ‘diretores’ pelegos fechavam acordos coletivos de portas fechadas com os patrões, não realizavam assembléias com os trabalhadores, muito menos prestavam contas de suas atividades – claro, pois quando realizavam alguma atividade, era ‘atividade ilegal’.

Vitória dos Trabalhadores! E a nossa luta contra os sindicatos pelegos continua...

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Trabalhadores na Luta! Acordo Coletivo 2007/2008 03/04/2007 A Batalha já Começou

A segunda rodada de negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2007/2008 foi realizada na terça-feria da semana passada com a participação do Sintraconst, Sintinorte, Sintraconst-Cachoeiro, Sintracon, e trabalhadores. Os companheiros deixaram claro que lutarão até o fim para que a riqueza gerada na construção civil e montagem se traduza em qualidade de vida para os operários.

Reajuste salarial de 15%, cesta básica de R$ 100,00, jornada de 40 horas semanais sem redução do salário e custeio de medicamentos por parte da empresa quando ocorrer acidente de trabalho são algumas das reivindicações dos trabalhadores.

Diretores do Sintraconst estão confiantes que trabalhadores e patrões encontrem soluções rápidas para o Acordo Coletivo, evitando o desgaste de longas negociações e possíveis paralisações. Para Carioca, diretor de Formação do Sintraconst, a conta é bem simples: “Os lucros dos patrões subiram, os salários e direitos dos trabalhadores também têm que avançar”.

Acompanhe alguns Pontos da Minuta da Convenção Coletiva Apresentada ao Sindicon:

Reajuste Salarial

- Proposta de 15%.

Horas Extras

- 75% - dia útil.

- 100% - sábado.

- 150% - domingo e feriado.

(Nas áreas industriais e edificações).

Cesta Básica

- R$ 100,00.

(Reajuste em percentual para os trabalhadores que já possuem cartão).

Vale Transporte

- 3% - Edificação.

Classificação Profissional

O piso salarial do auxiliar de escritório, vigia, sub-oficial e operador de equipamento será R$ 532,40 e do oficial passará a ser R$ 624,80.

Jornada de Trabalho

- 40 horas semanais sem diminuição do salário.

Sub-empreiteiras

Quando os sub-empreiteiros descumprirem os direitos trabalhistas dos seus empregados, a empresa principal tem até 10 dias para efetuar o pagamento integral dos direitos dos trabalhadores.

Trabalhador Estudante

O trabalhador que comprovar que está estudando após o horário de trabalho, poderá sair meia hora antes do término da jornada de trabalho, sem prejuízo de salário.

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Greve na Aracruz 11/04/2007 Trabalhadores Exigem Cumprimento da Convenção Coletiva

As negociações para o Acordo Coletivo 2007/2008 estão em andamento, mas os trabalhadores ainda lutam para que os patrões cumpram o que foi acordado no ano passado. Ontem (dia 10) cerca de 1.500 companheiros de oito empreiteiras da Aracruz Celulose entraram em greve por tempo indeterminado.

Entre as principais reivindicações estão melhorias nos alojamentos, adequação dos salários ao piso salarial previsto no Acordo Coletivo, passagens para visitas trimestrais a familiares (para os trabalhadores que residem em outros estados) e cesta básica.

Ontem os poucos fura-greves foram convencidos pelos trabalhadores a aderirem ao movimento. A greve envolve os trabalhadores das empresas Fortes Engenharia, Signus, Belove, Sertenge, Amadeira, Depran, Dalla e Contrex.

O Golpe

“Quando não simplesmente ignoram o Acordo Coletivo na cara-de-pau mesmo, as empresas tentam burlar a Lei assumindo convenções de outros sindicatos, com pisos e condições de trabalho inferiores ao que foi acordado entre o Sintraconst e o Sindicato Patronal” – denunciou o secretário da Formação do Sintraconst e CUT, Carioca.

Para ganhar licitações, lembrou Carioca, as empresas ‘mergulham’ nos preços e acabam cortando direitos dos trabalhadores: “O prejuízo acaba sobrando para os trabalhadores mesmo. Mas a companheirada da Aracruz está unida e com certeza não vai abrir mão dos seus direitos. Estamos na luta”.

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Greve na Aracruz 13/04/2007 FORTES E SIGNUS RECUAM E RECONHECEM DIREITOS DOS TRABALHADORES. GREVE CONTINUA EM 6 EMPREITEIRAS.

Já no primeiro dia da greve, que começou segunda-feira e envolve cerca de 1.500 trabalhadores de oito empreiteiras da Aracruz Celulose, duas empresas – Fortes e Signus – reconheceram o direito dos operários. No final da tarde de terça-feira assinaram um Termo de Acordo se comprometendo a pagar cestas básicas e horas-extras realizadas sábados, domingos e feriados com percentual de 100% – e retroativas a 1º de janeiro de 2007.

Os trabalhadores da Fortes e Signus têm até o dia 20 para apresentarem aos responsáveis pelas obras as horas-extras e adicionais noturnos que não foram pagos (ou foram pagos de forma incorreta, para que o pagamento seja feito na folha do mês de abril.

Permanecem em greve trabalhadores das empresas BELOVE, SERTENGE, AMADEIRA, DEPRAN, DALLA e CONTREX. Nesta quarta e quinta-feira algumas empresas tentaram esvaziar o movimento grevista mudando o local do café da manhã dos companheiros. Mas a Categoria demonstrou união e denunciou ao Sintraconst, que conseguiu evitar as manobras. O movimento saiu fortalecido.

CUMPRIMENTO DO ACORDO JÁ!

As negociações para o Acordo Coletivo 2007/2008 estão em andamento, mas os trabalhadores das empreiteiras da Aracruz Celulose ainda lutam para que os patrões cumpram o que foi acordado no ano passado.

Entre as principais reivindicações estão melhorias nos alojamentos, adequação dos salários ao piso salarial previsto no Acordo Coletivo, passagens para visitas trimestrais a familiares (para os trabalhadores que residem em outros estados) e cesta básica.

O secretário da Formação do Sintraconst e CUT, Carioca, acredita que o acordo firmado com a Fortes e Signus fará com que a Aracruz pressione as demais empreiteiras a também reconhecerem os direitos dos trabalhadores. “A Aracruz conhece a força e a capacidade de mobilização dos operários da construção civil e montagem. No dia 2 de abril, por exemplo, o Sintraconst foi proibido de fazer assembléia no pátio da empresa. Para espanto dos patrões, milhares de trabalhadores atravessaram os portões da empresa e participaram da assembléia na rua mesmo, atendendo a convocação do Sindicato. A companheirada manifestou indignação contra as empresas e disposição de luta. É com este mesmo espírito que estamos encarando esta greve. Estamos na luta” – destacou Carioca.

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Com 7.413 votos, Carioca é o novo presidente do Sintraconst 24/04/2007 OS OPERÁRIOS da construção civil e montagem atenderam a convocação do Sintraconst e foram às urnas em massa nos dias 11, 12 e 13 de abril para eleger a nova Diretoria do Sindicato. A chapa única, encabeçada pelo companheiro Carioca, obteve 7.413 votos. Houve 10 votos nulos e 65 brancos.

A VOTAÇÃO HISTÓRICA foi possível devido aos últimos acordos coletivos fechados pela atual Diretoria – foram conquistados, por exemplo, café da manhã, alimentação, piso salarial para o pessoal da montagem. O respaldo dos companheiros da base deixou Carioca ainda mais confiante num bom mandato:

“É CLARO que os desafios são muitos, mas a nossa luta também é. Foram mudadas algumas peças na chapa, em setores estratégicos, mas a base continua a mesma. Vamos tentar fazer um mandato parecido com o da atual Diretoria, que fez praticamente tudo. Com a força e apoio dos trabalhadores e a união dos diretores, lutaremos principalmente por mais cursos de formação, ampliaremos a atuação do Sindicato em diversas áreas. A nossa luta por mais qualidade de vida para os operários continua...”

ALÉM DAS URNAS INSTALADAS em empresas de grande porte como CST, Vale, Aracruz e Samarco, urnas itinerantes percorreram obras de praticamente toda a base do Sintraconst. Vale lembrar que representantes de sindicatos de várias partes do Espírito Santo e do País auxiliaram na eleição. A CUT e a Conticom também participaram ativamente.

VALEU COMPANHEIROS, a vitória é de todos!

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Apoiada por sindicato comprado, AMADEIRA resiste na pelegagem 24/04/2007 Das empreiteiras que atuam na Aracruz Celulose, a Amadeira é a única que ainda resiste em reconhecer os direitos dos companheiros. E a greve continua...

A empresa não aceita pagar o abono pela retroati-vidade, exige que os trabalhadores paguem 100% dos dias parados, e por aí vai. Ou seja: REZA A CAR-TILHA DO SINDOPEM, sindicato que, junto com o Sindiferragens, teve sua ILEGALIDADE reconhecida pela Justiça.

A Convenção fechada pelo Sindopem é uma ‘puxa-saquisse’ só com os patrões: os contratos de experiência são de 60 dias, o trabalhador é obrigado a fazer hora-extra sempre que a empresa exigir e não pode recusar executar qualquer atividade (sob o risco de ser demitido por justa causa).

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